Já há algum tempo que queria aqui colocar um texto sobre algo que nos aflige a todos, nós - presenças desta sociedade consumista - que mal temos tempo para respirar, quanto mais para nos sentarmos e saborearmos uma boa refeição caseira, onde a roda dos alimentos se encontra bem representada. Somos a geração dos corpinhos McDonalds, com tudo o que isso implica, bom ou mau. É um restaurante que frequento ocasionalmente, tal como muitas outras almas, e não sendo por sombras o meu prato de eleição, sou capaz de apreciar as facilidades que um big mac me proporciona. O impacto desta cadeia de fast-food na actualidade é exponencial e não me atrevo sequer a tentar descrevê-lo, não só porque me faltam informações, mas também porque tenho aulas amanhã.
À excepção dos meninos e meninas perfeitos, digo isto sem qualquer depreciação, toda a gente come mcdonalds. Prova disso serão os índices de excesso de peso e obesidade que se verificam em todas as metrópoles por esse globo fora. Toda a popularidade em torno da hamburgaria e o seu palhaço, transforma este pronto-a-comer num foco capitalista sobre o qual muitos comunistas poderiam dissertar.
Chegamos assim ao tópico de que quero falar (não, não sou "comuna", e o que tenho para dizer é ainda mais grave): sendo o McDonalds um dos melhores exemplos de capitalismo internacional (receitas milionárias), um dos maiores formadores de mão-de-obra no âmbito do primeiro emprego (não gasta muito com os funcionários), porque raio, repito para enfatizar a minha indignação, porque raio é que nos dá, a nós clientes, os produtos take-away dentro de um saco de papel que se desfaz com a humidade da própria comida? Aliás, creio na minha inocência, que "aquilo" não é o que legalmente se possa considerar um saco; não tem pegas para nos conceder um transporte cómodo e tranquilo, que assegure uma chegada ao destino, dos nossos bens alimentícios, na sua integridade máxima. Tem um sistema polimórfico de se fechar sobre si próprio, improvisando assim um amparo, apropriado para habituais roedores de unhas, podendo nós optar por esta forma de manuseio ou então aquela, a que envolve o ante-braço como suporte, sempre muito estilosa nos filmes americanos, mas na prática fazendo com que mudemos temporariamente de desodorizante para o fabuloso odor a fritos. Não me entendo com os ditos sacos e não entendo a (in)coerência da escolha. Tenho sempre a sensação de carregar o meu almoço numa fralda, e suponho não ser a única neste drama. Com tanto sucesso, as estimativas alegam que vendem um hamburger a cada 75 segundos, falta de orçamento não serve como desculpa, não seria de considerar emendar este flagelo do "é para levar sff"?
Deixo aqui o meu apelo, dirigido ao Sr. Palhaço McDonalds e sua Senhora, ouça as gentes, esta sua punch-line na'tem graça!
À excepção dos meninos e meninas perfeitos, digo isto sem qualquer depreciação, toda a gente come mcdonalds. Prova disso serão os índices de excesso de peso e obesidade que se verificam em todas as metrópoles por esse globo fora. Toda a popularidade em torno da hamburgaria e o seu palhaço, transforma este pronto-a-comer num foco capitalista sobre o qual muitos comunistas poderiam dissertar.
Chegamos assim ao tópico de que quero falar (não, não sou "comuna", e o que tenho para dizer é ainda mais grave): sendo o McDonalds um dos melhores exemplos de capitalismo internacional (receitas milionárias), um dos maiores formadores de mão-de-obra no âmbito do primeiro emprego (não gasta muito com os funcionários), porque raio, repito para enfatizar a minha indignação, porque raio é que nos dá, a nós clientes, os produtos take-away dentro de um saco de papel que se desfaz com a humidade da própria comida? Aliás, creio na minha inocência, que "aquilo" não é o que legalmente se possa considerar um saco; não tem pegas para nos conceder um transporte cómodo e tranquilo, que assegure uma chegada ao destino, dos nossos bens alimentícios, na sua integridade máxima. Tem um sistema polimórfico de se fechar sobre si próprio, improvisando assim um amparo, apropriado para habituais roedores de unhas, podendo nós optar por esta forma de manuseio ou então aquela, a que envolve o ante-braço como suporte, sempre muito estilosa nos filmes americanos, mas na prática fazendo com que mudemos temporariamente de desodorizante para o fabuloso odor a fritos. Não me entendo com os ditos sacos e não entendo a (in)coerência da escolha. Tenho sempre a sensação de carregar o meu almoço numa fralda, e suponho não ser a única neste drama. Com tanto sucesso, as estimativas alegam que vendem um hamburger a cada 75 segundos, falta de orçamento não serve como desculpa, não seria de considerar emendar este flagelo do "é para levar sff"?
Deixo aqui o meu apelo, dirigido ao Sr. Palhaço McDonalds e sua Senhora, ouça as gentes, esta sua punch-line na'tem graça!
