13 setembro 2009
14 agosto 2009
Epitáfio Em Memória d'O Sofá
13 agosto 2009
Custo de Morte em Lisboa
A bela capital, centro da vida, epicentro da acção, espaço de referência neste pequeno país tuga, como obrigatoriedade em qualquer itinerário. Gosto da minha capital, não sei explicar porquê mas gosto. Não, não é patriotismo, não é veleidade no leque de interesses, gosto apenas. Tendo sempre vivido no que será considerado um subúrbio, faço agora o número da saloia que vem à cidade. Constatei há alguns anos atrás, na plenitude de todo o meu espanto, que as coisas nos arredores onde habitei, eram mais caras! Uma t-shirt “igualinha” às que se vendem na Zara por 4,90€, na Moda Jovem custa 9,90€. Poderá pensar-se que a diferença monetária se justifica pela qualidade, mas não. Um cinzeiro a imitar os da Casa, numa loja de decoração rasca, tende a duplicar o preço, porquê? Será que o dono foi compra-los à Casa e o excedente que nos cobra é o custo do transporte? Realmente não sei. Poderão questionar-se porque abordo isto, é justo e passo já de seguida a explicar: primeiro porque é suposto escrever aqui qualquer coisinha e, não tendo nada sobre o qual falar, parece-me um bom não-tópico. Segundo, como acima referi, sou a saloia que veio à cidade, e com a inflação em mente, encontrei alguns produtos que são a excepção nesta incompreensão. São eles pois, os periféricos do tabaco, os amigos do tabagista, perseguido neste holocausto de saúde que se vive. Falo de mortalhas e filtros uma vez que o tabaco em si tem preço de tabela, deixando os itens remanescentes por tabelar à descrição do vendedor. No meu subúrbio podia facilmente adquirir estes complementos por um total de 1,60€, tudo bem que já sabia onde era mais barato mas não variava muito à volta deste total, duas embalagens com 50 mortalhas, a 0,25€ cada, e caixinha com 100 filtros por 1,10€; na adorada capital que tanto gabo, na tabacaria do centro comercial do Lumiar, aproveitaram-se da minha necessidade de nicotina para me cobrarem 1,30€ pelas mortalhas, unicamente, este é apenas um exemplo demonstrativo. Ainda para mais, tendo em conta todas as inibições impostas pela lei do tabaco, lei essa que respeito, tendo atenção aos passivos, creio que o fumador devia beneficiar de umas promoções ou algo que se pareça, uma vez que nos assiste o direito de nos auto-destruirmos, sem cairmos à mercê das tabacarias que exploram o nosso vício. Acho indecente, tenho dito!! (Dupla exclamação para dar ênfase).
Finito
11 junho 2009
Fechado para obras...
28 maio 2009
Aha! A verdade escondida..!
23 maio 2009
Copie-se a história
Debato-me aqui (ali, no microsoft word) com a dificuldade em colocar por minhas próprias palavras o que é mencionado no livro de história de arte respectivamente à arte gótica. Debato-me, porque faço questão em fingir que compreendi o que apresento sob a designação de trabalho, característica muito apreciada pela minha profª desta disciplina, faz-me sempre festinhas na cabeça.
Os obstáculos com que me vou deparando, consistem com a graciosidade que se espera numa redacção, a não repetição das palavras, recorrer a sinónimos, tornar o texto corrido e fácil de apreender. Não é nada de outro mundo, mas cansa. Já mencionei que a profª de história de arte gosta muito desta minha insistência em reescrever o que já foi escrito? Já? Foi de propósito. Porquê? Explico já de seguida, só um momento.
(um momento)
A minha cara profª (de história de arte) gosta muito de ler as minhas criações. Demonstram capacidade de síntese; o facto de não lembrarem muito o Google também ajuda. O que me faz confusão, reside na curiosidade de que esta senhora, que gosta muito do que escrevo (tenho a sensação de já ter referido isto), é incapaz de escrever o que seja por ela própria.. Incapaz é muito severo, provavelmente é capaz mas recusa-se. Todas as fichas com que me abençoou resumiam-se à primeira entrada dos resultados do motor de busca. Enunciados que nos dita, são a cópia exacta das fichas de trabalho de um outro livro de HA (que por mero acaso também possuo, o facto de já ter chumbado é potencialmente responsável); Os powerpoints da aula são directamente, atrevo-me a dizer digitalizados, uma vez que é muito conteúdo para passar, mas quem sabe, o que é relevante é que diferenças do texto original para o diapositivo são nulas.
Enfim, já engonhei o suficiente, vou regressar à minha labuta; eventualmente talvez lhe pergunte (à profª) se também dá cotação ao plágio.
P.S. – Gostaria de conhecer o génio que achou que o corredor que intercepta a nave central de uma catedral se deveria chamar transepto, ou que o contraforte adornado no exterior da igreja tinha mesmo cara de botaréu!
02 maio 2009
Bomba atómica para dummies
http://forum.cifraclub.terra.com.br/forum/11/109654/
Para quem não tem paciência de seguir o link, elucido desde já que se trata de instruções para construção de uma bomba atómica, na óptica do formador, muito necessária dada a violência a que o nosso mundo assiste e, realmente, nada melhor para proteger o lar. Tudo bem que no Brasil não há comparação para o que se passa aqui mas continua a querer parecer-me algo drástico... para não dizer rídiculo. Ele tem até o requinte de colocar nas precauções de segurança, para evitarmos ficar perto da bomba no momento da detonação, a temperatura aquece muito e "pode" ser perigoso; caso seja inevitável para usarmos protector solar.. (conselho de amigo)!
15 abril 2009
É para levar sff!
À excepção dos meninos e meninas perfeitos, digo isto sem qualquer depreciação, toda a gente come mcdonalds. Prova disso serão os índices de excesso de peso e obesidade que se verificam em todas as metrópoles por esse globo fora. Toda a popularidade em torno da hamburgaria e o seu palhaço, transforma este pronto-a-comer num foco capitalista sobre o qual muitos comunistas poderiam dissertar.
Chegamos assim ao tópico de que quero falar (não, não sou "comuna", e o que tenho para dizer é ainda mais grave): sendo o McDonalds um dos melhores exemplos de capitalismo internacional (receitas milionárias), um dos maiores formadores de mão-de-obra no âmbito do primeiro emprego (não gasta muito com os funcionários), porque raio, repito para enfatizar a minha indignação, porque raio é que nos dá, a nós clientes, os produtos take-away dentro de um saco de papel que se desfaz com a humidade da própria comida? Aliás, creio na minha inocência, que "aquilo" não é o que legalmente se possa considerar um saco; não tem pegas para nos conceder um transporte cómodo e tranquilo, que assegure uma chegada ao destino, dos nossos bens alimentícios, na sua integridade máxima. Tem um sistema polimórfico de se fechar sobre si próprio, improvisando assim um amparo, apropriado para habituais roedores de unhas, podendo nós optar por esta forma de manuseio ou então aquela, a que envolve o ante-braço como suporte, sempre muito estilosa nos filmes americanos, mas na prática fazendo com que mudemos temporariamente de desodorizante para o fabuloso odor a fritos. Não me entendo com os ditos sacos e não entendo a (in)coerência da escolha. Tenho sempre a sensação de carregar o meu almoço numa fralda, e suponho não ser a única neste drama. Com tanto sucesso, as estimativas alegam que vendem um hamburger a cada 75 segundos, falta de orçamento não serve como desculpa, não seria de considerar emendar este flagelo do "é para levar sff"?
Deixo aqui o meu apelo, dirigido ao Sr. Palhaço McDonalds e sua Senhora, ouça as gentes, esta sua punch-line na'tem graça!
12 abril 2009
Ninguém quer fazer por mim..?
PS - quem estiver interessado e com paciência para mudar de tema, um bom site que encontrei e recomendo é http://btemplates.com/ - inúmeros templates "grátes"
[edit] humm.. relendo este post creio piamente que devia ter continuado com o ctrl + a, del...
08 abril 2009
Dear PlayBullys..
Já saiu para as bancas há algum tempo mas só agora (como se nota) é que me pronuncio sobre ela. A tão aguardada playboy portuguesa despertou as suas polémicas, tanto no mundo virtual como no jet-seis nacional. Desde a escolha da Mónica Sofia como "inesquecível primeira", as opções gráficas, até ao conteúdo interior, tudo já foi escrutinado, falado, dito e mal-dito sobre a estreia da revista masculina. Bem ou mal falam sobre isso, é o que penso. Censuro sem dúvida aqueles que não hesitam em julgar sem ter lido, ou até mesmo que leram, gostaram e não admitem, porque afinal de contas estamos a falar de um produto nacional, eu cá só compro estrangeiro, porque no estrangeiro tudo é melhor, sim deve ser, só pode, afinal de contas não é feito cá.Regra geral, creio que a playboy tem pernas para andar, tendo o seu próprio nicho de mercado, diferenciando-se das outras também catalogadas como revistas masculinas. Vamos lá ver é se o português merece.
18 fevereiro 2009
Indiferente
08 fevereiro 2009
Diagnósticos, o que é isso?
O meu desespero foi substituído por alívio que está neste momento a dar lugar ao choque. Não tenciono iniciar aqui uma caça às bruxas mas os resultados dos exames não devem ser verificados e confirmados antes de se darem certezas? Esta situação resultou apenas numa conta exorbitante em exames, internamentos, tratamentos desnecessários e deslocações. Em qualquer momento prefiro a conta exorbitante à alternativa, mas imaginemos que o contrário se sucedia: “Está tudo bem, vá para casa desembrulhar presentes” – mas não estava..
