Dou-me os parabéns por mais uma vez ter quebrado a minha promessa de vir escrever a este blog uma vez por semana. Já lá vão umas três bem sei. Não faço por mal, o tempo escasseia e são raros os momentos que tenho para divagações inúteis como esta.
O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo responde ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
E quanto tempo é isso, pergunto eu. Quem me responde? O tempo não será de certeza, tal como nós humanos sobrecarregamo-nos neste tapete voador a que se chama calendário, o tempo não tem tempo para dedicar aos transeuntes.
O Natal já foi e vem agora o ano novo, mais um ano que passa, é altura de fazer o balanço do tempo que passou. Fazer promessas que categoricamente não se irão cumprir e ser indulgente com o tempo nesta noite que encerra o velho e jura o novo. Mais uma vez, reitero o que aqui afirmei anteriormente, porquê numa única noite? O ano não vai ter os habituais 365 dias que para nada já chegam (366 se for ano bissexto)? Qual o sentido disto tudo? Não devo poder fazer perguntas destas porque duvido que alguém tenha tempo para responder. De qualquer forma é mais uma entrada nesta estrada analfabeta a que chamo desabafos e além disso, se fizer as perguntas sinto-me tentada a procurar respostas e as interrogações fazem-nos sempre parecer mais inteligentes.
Boas entradas!
O tempo pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem, o tempo responde ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo o tempo tem.
E quanto tempo é isso, pergunto eu. Quem me responde? O tempo não será de certeza, tal como nós humanos sobrecarregamo-nos neste tapete voador a que se chama calendário, o tempo não tem tempo para dedicar aos transeuntes.
O Natal já foi e vem agora o ano novo, mais um ano que passa, é altura de fazer o balanço do tempo que passou. Fazer promessas que categoricamente não se irão cumprir e ser indulgente com o tempo nesta noite que encerra o velho e jura o novo. Mais uma vez, reitero o que aqui afirmei anteriormente, porquê numa única noite? O ano não vai ter os habituais 365 dias que para nada já chegam (366 se for ano bissexto)? Qual o sentido disto tudo? Não devo poder fazer perguntas destas porque duvido que alguém tenha tempo para responder. De qualquer forma é mais uma entrada nesta estrada analfabeta a que chamo desabafos e além disso, se fizer as perguntas sinto-me tentada a procurar respostas e as interrogações fazem-nos sempre parecer mais inteligentes.
Boas entradas!
