Debato-me aqui (ali, no microsoft word) com a dificuldade em colocar por minhas próprias palavras o que é mencionado no livro de história de arte respectivamente à arte gótica. Debato-me, porque faço questão em fingir que compreendi o que apresento sob a designação de trabalho, característica muito apreciada pela minha profª desta disciplina, faz-me sempre festinhas na cabeça.
Os obstáculos com que me vou deparando, consistem com a graciosidade que se espera numa redacção, a não repetição das palavras, recorrer a sinónimos, tornar o texto corrido e fácil de apreender. Não é nada de outro mundo, mas cansa. Já mencionei que a profª de história de arte gosta muito desta minha insistência em reescrever o que já foi escrito? Já? Foi de propósito. Porquê? Explico já de seguida, só um momento.
(um momento)
A minha cara profª (de história de arte) gosta muito de ler as minhas criações. Demonstram capacidade de síntese; o facto de não lembrarem muito o Google também ajuda. O que me faz confusão, reside na curiosidade de que esta senhora, que gosta muito do que escrevo (tenho a sensação de já ter referido isto), é incapaz de escrever o que seja por ela própria.. Incapaz é muito severo, provavelmente é capaz mas recusa-se. Todas as fichas com que me abençoou resumiam-se à primeira entrada dos resultados do motor de busca. Enunciados que nos dita, são a cópia exacta das fichas de trabalho de um outro livro de HA (que por mero acaso também possuo, o facto de já ter chumbado é potencialmente responsável); Os powerpoints da aula são directamente, atrevo-me a dizer digitalizados, uma vez que é muito conteúdo para passar, mas quem sabe, o que é relevante é que diferenças do texto original para o diapositivo são nulas.
Enfim, já engonhei o suficiente, vou regressar à minha labuta; eventualmente talvez lhe pergunte (à profª) se também dá cotação ao plágio.
P.S. – Gostaria de conhecer o génio que achou que o corredor que intercepta a nave central de uma catedral se deveria chamar transepto, ou que o contraforte adornado no exterior da igreja tinha mesmo cara de botaréu!
2 comentários:
Esse génio fui eu! fui eu! ;)
Beijinho
Ah, então afinal já conheço; Com licença, tenho que ir riscar o post script =P
Beijinho
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